Acredito em uma medicina acolhedora e humanizada que dê lugar, de uma vez por todas, àquelas antigas consultas, tantas vezes engessadas e frias, que indiretamente, tiravam da paciente a liberdade e o conforto de se expressar verdadeiramente.
Conhecer o nosso próprio corpo é um ato de amor e liberdade. Compreendê-lo é ter autonomia para tomar as decisões corretas sobre ele. Auxiliar as mulheres nessa jornada, acolhendo, sabendo ouvir sem julgamentos e compartilhando informações de qualidade, é meu dever enquanto profissional de saúde. Como ginecologista, obstetra e principalmente como mulher, meu papel é tornar essa relação médico-paciente cada vez mais leve e saudável. Vamos juntas?
